segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Florais de Bach

Ontem foi daqueles dias que eu queria muito que acabasse as 18:00 horas, mas infelizmente só acabou ás 23:59 e eu trabalhei até ás 22:00. Sim, sim, eu trabalho aos domingos.
Cheguei em casa exausta, tomei um bom banho, vesti a camisola e aqui estou eu na madrugada de segunda-feira escrevendo um post. Bem que eu queria fazer isso com mais frequência, mas tenho um trabalho que me ocupa 6 dias da semana, 12 horas por dia. E é esse trabalho que paga as minhas contas. Então, vou postando sempre na medida do possível.
Hoje queria contar a vocês sobre um caso que me ocorreu há duas semanas:

Minha vida profissional deixou de se resumir a oito horas diárias, faz tempo. À medida que meu salário aumenta, a demanda triplicava e eu acabei tendo que dedicar tempo real à empresa. Cansada dessa vida de só trabalhar e dormir, decidi que por mais difícil que seja a tarefa de conciliar trabalho e lazer, eu estaria decidida a me dedicar mais a atividades que me dão mais prazer, para que assim eu consiga alcançar um equilíbrio.
Não vou mais passar meus dias de folga em banco, salão e no mercado ( atividades que geralmente não consigo realizar durante a semana); nem que eu tenha que abdicar diariamente das minhas 2 horas de almoço para resolver pendências ou começar a frequentar esses supermercados que ficam aberto 24 horas.
Minha carga horária de 12 horas por dia é de segunda a sexta, aos finais se semana, trabalho 08 horas.
Há umas duas semanas recebi um e-mail de um centro de estética daqui da minha cidade, me convidando para uma doação de Reiki. A entrada era um pacote de fralda geriátrica que seria doado a um asilo de idosos. Por coincidência, esse evento seria realizado em um sábado ás 15:00, onde eu trabalharia das 06:00 ás 14:00. Resolvi participar, mesmo nem sabendo exatamente o que era REIKI.
Meu pensamento foi: “Se bem não fizer, mal não fará”. Eu estou esgotada física e mentalmente, além de precisar espairecer, ver gente. Então comprei na farmácia a fralda e fui.
Chegando lá descobri que o reiki é uma terapia alternativa, uma espécie de mentalização em busca da cura física e espiritual. Em minha seção foram utilizados cristais, tudo com o intuito de equilibrar meus canais de energia.  
Finalizada a seção, a mestra me indicou Florais de Bach, com duas essências. Gente, nunca tinha ouvido falar nisso. Mas hoje sei que são essências extraídas das flores, desenvolvidas por um médico inglês, Dr. Edward Bach, durante a década de 30, que constituem-se em um completo sistema de cura, capaz de transformar emoções e pensamentos. Esses florais são desenvolvidos em farmácias de manipulação e custam uma média de R$ 12,00 o frasquinho, podendo-se misturar 07 essências em cada frasco.
Vejam algumas essências interessantes que tirei do folheto explicativo da farmácia:
  • Mimulus – Acanhamento, timidez.
  • Red Chestnut – Preocupação excessiva pelos outros. Medo que aconteça desgraças ás pessoas que ama.
  • Olive – exaustão, esgotamento mental e físico
  • Wild Rose – Conformismo, resignação. Não se esforça para melhorar , nem luta por nada.
  • Beech – crítico e intolerante com os outros. Atitude julgadora.
  • Chestnut Bud – não aprende com a experiência. Repete sempre os mesmos erros.
 Os florais de Bach não são contraindicados e não causam efeitos colaterais. Também não são remédios, já que não tratam a doença e sim as preocupações das pessoas, auxiliando a parte mental e emocional. Além de ingeridos, eles também podem ser usados nas têmporas e nos pulsos. Então nessa fase de transformações que estamos passando em busca do Bom Partido, super que indico florais de Bach, pois estamos nos transformando em novas mulheres e precisamos dar esse up na parte emocional. 
Para quem ainda tem dúvidas sobre a eficácia dos florais leiam esse texto:
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/florais.htm 


domingo, 18 de agosto de 2013

Homem é objeto 2

Continuando a história com o policial...
Acho que meu romance durou aproximadamente uma semana. Foi bom, pois descobri a fórmula para não sofrer. O segredo é não gostar! Nada de paixonites agudas, isso só atrapalha. 
Naquela mesma manhã, onde peguei carona com o “dito cuju” e demos uns beijinhos durante o trajeto, nas paradas das sinaleiras; tive a certeza que ele não era o homem certo. Não era quem eu procurava. Mas como hoje em dia, sou muito mais prática e menos sentimental que antes, deixei rolar.
Como cheguei a esta conclusão Simplesmente, porque logo quando estacionamos ele me agarrou, me beijou e apalpou meus seios. Achei aquilo de uma grosseria tão grande. Não que eu seja uma adolescente ingênua que acha um absurdo se um garoto toca nos seus seios. Estou longe disso. Mas isso não é atitude de cavalheiro. Um lord, jamais trata uma mulher dessa forma: apertando seus seios no primeiro encontro ( se é que posso chamar de encontro).
Em minha opinião um homem é um cavalheiro não por que agrada a mulher e sim por que a respeita. Ok, são raros homens com esse perfil, mas ainda existem.
E claro que não fiquei ali “aos amassos” bem em frente a empresa onde trabalho. Tenho classe! Dei logo um jeitinho de dizer tchau. Nos falamos durante uns dois dias, ( deixando claro que sempre foi ele que ligou). E após o terceiro dia, ele foi me pegar no trabalho para me levar para casa.
Achei aquilo bonitinho. Vocês podem até me chamar de imbecil, mas tive poucos homens na vida que foram me buscar no trabalho de carro. Aceitei, pois antes um canalha de carro que um certinho de busão. Afinal: os canalhas só maltratam bestinhas, mulher esperta sempre tira proveito e dá nó nos canalhas. 
Eram 22:00 horas e ir para casa de carro esse horário é fantástico. Só que o carinha não estava alí só para me fazer essa caridade. Primeiro ele tentou “namorar” com o carro ali, estacionado em frente meu trabalho. Mais uma vez “cortei” e mandei seguir adiante. Fomos conversando e ele parou o carro em uma rua pouco movimentada no meu bairro. Naquele momento decidi ser um pouquinho grata com ele e dá uma “namoradinha”, sou mulher e nós mulheres precisamos disso. Não que homem seja sinônimo de felicidade. Não é nada disso! Estou a um ano sem sexo e muito bem obrigada. Mas passar 2, 3, 4, 5 anos sem dá um beijo na boca, isso só deixa a mulher frustrada, histérica, mal humorada e mal amada. Mulher tem que ser sexualmente realizada.
Começamos a nos beijar...achei o beijo dele péssimo, pegada péssima. O clima esquentou e me assustei quando ele tirou as calças. Isso: ficou só de blusa! Perguntei: “ Você é maluco? Estamos na rua”.  Ele respondeu que o carro era todo filmado, que o pessoal na rua não dava para ver etc etc E pior que não dava realmente, mas não estava a vontade. 
Confesso que mesmo não gostando, me senti excitada pela aventura de está ali na rua e acabei topando fazer sexo oral nele. Ele queria sexo convencional, mas não topei. Me poupe que não iria tirar a roupa e ficar alí, de perna aberta, transando dentro do carro, bem onde eu moro.
Para ser sincera ele só tocou meus seios. A genitália ele tentou, mas eu estava com roupa apertada, sinta e ele não conseguiu. Também não fiz nenhum esforço para ajudar. Kkkk Então ficamos só naquela “brincadeira” até ele gozar. 
Resultado: ele gozou e nunca mais ligou. Acho que não atendi suas expectativas. Não transei e fui dura, fria, falsa e fingida. Mas o que importa? Eu não gostava dele. Ele não era o cara ideal. O bom partido que procuro. Só uma cobaia! Sexo só quando eu quero e como eu quero!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Homem é objeto

Quer dizer que agora até a Valdirene arranjou um milionário e eu nadaPelo menos não estou de “bico seco” e já beijei dois homens esse ano. Sabe quando agente é adolescente e o que mais vale é quantidade e não qualidade, quando saíamos para algum show e contávamos para as amigas: “Já beijei três e você? Depois amadurecemos e vemos o quanto eramos bobas?
Pois foi isso que aconteceu comigo, só que depois dessa fase fiquei mais boba ainda e em vez de dá valor a quantidade, dei valor ao amor. Que droga de sentimento é esse? Hoje, mais madura e rodada, voltei a ter o mesmo pensamento de adolescente: só que em uma edição revisada: vale a quantidade sim, mas quantidade em alto padrão e não apenas números.
Errada ou não, me tornei criticamente seletiva, e sei o que não quero! 
A Direção da minha empresa possui um relacionamento muito amigável com a Polícia Civil e Militar, onde sempre que possível doamos alimentos, lanches e dinheiro para confraternizações das equipes policiais. Acho bem bacana essa atitude, até inteligente. Nunca tivemos problema algum a qual necessitássemos de ajuda, mas é sempre bom ter a Polícia ao nosso lado. Nunca se sabe.
Pois bem...Há dez dias estava eu saindo do trabalho ás 22:30 aproximadamente e tinha uma viatura da Polícia Civil na porta da minha empresa esperando algo que seria doado para a festa do dia dos pais. Neste dia tinha ido trabalhar de salto e para meu azar acabei virando o pé me causando uma dor muito forte no tornozelo. Não conseguia nem caminhar.
Juntamente com outro gerente parei próximo a viatura para cumprimentar o policial, que acabou se comovendo com minha situação e ofereceu ajuda perguntando se eu não queria uma carona já que ele se dirigia a uma delegacia próximo a minha residência. Aceitei é claro! Ao entrar na viatura tivemos o seguinte dialogo:
ELE : “Vou te levar para delegacia”
EU: “Nem dá kkk, amanhã trabalho ás 06:00” 
Conversamos amigavelmente durante o percurso e o policial me deixou em casa. Ao sair do carro ele perguntou: “Olha, moro no bairro X, próximo a seu trabalho, amanhã termino o plantão ás 05:00. Posso te deixar na empresa se desejar”. Nossaaaaaa, aceitei novamente na hora. Para mim é terrível acordar as 04:00 da manhã para pegar o ônibus de 05:15 e está no trabalho ás 06:00. E ele se oferecendo para me levar de carro? Minha resposta foi : SIM, SIM, SIM!!!
Mesmo assim, ainda duvidava da gentileza. Puro engano: pontualmente meu celular toca, era ele já na portaria do prédio me aguardando. Achei tão fofo, tão educado. Ao sair do portão e o vi no carro dele particular já gostei: carro bonito, não sei a marca, pois não entendo muito de carros. Só sei que era vermelho e com vidros escuros ( um  amigo tem uma teoria que define os homens pelos carros que eles usam).
Durante o trajeto nos beijamos. Não sei da parte dele, mas para mim foi algo bem frio, como se ele fosse um homem objeto e aquele beijo seria apenas um pagamento pela carona. Naquele momento tive dúvidas se algum dia não conseguiria me prostituir por dinheiro. Sei lá...acho que meu coração se tornou uma pedra de gelo. Homem para mim só assim: para usar. 
Continua...

domingo, 4 de agosto de 2013

Na balada sozinha - PARTE 2

Vou confessar: já estou quase convencida de que sou diferente mesmo, para não dizer até meio desequilibrada. Tô nem aí para o que pensam ou falam a meu respeito e não peço ou espero que ninguém me entenda. Nem poderia, vivemos em uma sociedade hipócrita, onde as pessoas pensam, sentem, mas tem medo de falar. Eu não!
Depois do post anterior, onde me diverti muito na balada: SOZINHA e ao mesmo tempo em ótima companhia : a minha; recebi uma enxurrada de comentários no blog, e-mails e mensagens via Facebook de pessoas me perguntando como foi o final da noite, se encontrei algum homem rico blá, blá blá...Então, para matar a curiosidade de todos vou fazer um balanço da minha saída e relatar alguns novos rumos que minha vida anda levando. Comentem: quero opiniões.
Em primeiríssimo lugar vou logo responder a curiosidade da maioria, para quem só estiver interessado nisso nem se dá ao trabalho de ler o post completo: não conheci nenhum homem rico, ou melhor: não conheci homem algum! Meu objetivo principal na noite foi o de me divertir. Acho que já passei tempo demais só trabalhando e chegando em casa para comer, dormir e fazer faxina. Quem trabalha praticamente 12 horas por dia não merece usar suas folgas apenas para organizar a casa e fazer mercado. Hora de mudar o contexto e o cenário. Aquela noite foi simplesmente perfeita, uma das melhores aventuras da minha vida.
Assim que entrei na balada, fui conhecer o ambiente. Corri a casa toda, lugar bacana,  três andares, ótimos espaços, clima agradável. Sou da opinião que cada pessoa deve procurar algo a que a faça sentir-se bem. Não importa o que. Eu me sinto bem em lugares sofisticados, frequentados por pessoas de dinheiro, mesmo que eu ainda não tenho chegado lá.
Depois que conheci todo o local, incluindo o toalete, resolvi me sentar em um dos ambientes. Sem perceber sentei ao lado de uma moça que também estava sozinha e ela veio me perguntar: “Oi, você é amiga da Luisa?” Respondi: não! Conversamos um pouco e descobri que ela era convidada da tal Luisa, que fazia aniversário naquela noite e comemoraria com os amigos ali. Achei tão feio a convidada chegar primeiro que a aniversariante!
Durante a conversa aproveitei para observar os trajes da moça: vestido, sapato, bolsa e compara-lo ao meu, notei que minha única não conformidade foi a bolsa, que realmente estava bem cafona para o local, o que me salvou foi o blaser, que joguei por cima dela e ninguém viu a feiura. Devido ao fato em questão nem senti tanta raiva de ficar a noite toda segurando o “bichinho” kkkkk Conversamos um pouco, até que inevitavelmente a pergunta que não queria calar: “mas você está sozinha?” Não soube como reagir, não sei porque mas senti vergonha naquele momento em responder o obvio: um tórrido sim! Foi aí saltei a pérola: “também estou esperando uma amiga, ela mora longe”. Depois de um tempo a aniversariante, mas um grupo de amigos chegaram com ela, a moça se despediu de mim, mas antes perguntou: “se quiser pode ficar com agente”. Agradeci mas não aceitei. Sei lá, acho que se não fosse comemoração de aniversário eu até aceitasse, mas assim: me infiltrar em festa aleia, não!
Naquele momento só queria curtir bastante a noite, dançar e ouvi uma boa música. Nesse momento aconteceu algo engraçado: passa por mim um “armário”, um homem LINDOOO, forte, calça e camiseta colada, jaqueta preta, lupa; pensei: “o que é isso, Gogo boy, posso utilizar de seus serviços?”kkkk O observei com cuidado e percebi que ele usava um cinto com duas garrafas penduradas na cintura: “ahhh, tequileiro”.
Me deu sede, não bebo nem socialmente, não suporto cerveja. Aí pedi a única bebida que gosto do sabor: Smirnoff Ice. Pensei: “Se no supermercado uma garrafinha custa R$ 3,50; aqui devo pagar uns R$ 8,00. Estava enganada: R$ 11,90. Ainda bem que foi só uma. Sem o costume de beber já fiquei tontinha, tontinha com uma, vou lá arriscar mais ?
Enfim: a experiência foi maravilhosa e vou repetir mais vezes. Pode parecer bobagem, mas me senti poderosa, uma verdadeira guerreira. Não sabia que eu era tão forte. Eu posso sair sem “muletas”, posso fazer minha noite e me divertir sozinha, eu simplesmente POSSO!
Ahh gente: nada haver com o post, nada haver com a balada, mas tenho novidades: fiz sexo oral em alguém na sexta-feira. Quem? Como? Onde? Conto no próximo post. É só para perceberem o que a sensação de poder pode atrair para vida de alguém. A mudança na vida vem de dentro mesmo. Acredite!